CURTA-METRAGEM · EXPOSIÇÃO


Rurais


A roça é palco. A praça
é plateia. E vice-versa.

O registro do universo caipira de Espírito Santo do Pinhal feito de dentro: a roça, as mãos, as festas, os nomes: as histórias que ninguém escreveu porque todo mundo achava que sempre estariam aí.

RURAIS começou curta-metragem e virou movimento. Sem dó e sem folclore: o filme escuta quem conta: o Tonão centenário, a benzedeira do bairro da Germanada. E devolve pra cidade em forma de cinema.
Filmamos o que conhecemos, porque memória que não vira registro se perde. E quem faz tem nome. E nome não pode se perder.

A memória sai da tela pra ocupar espaço: virar encontro, virar conversa de novo. A exposição RURAIS leva pra praça o que a roça guardou e faz da lembrança um lugar que se visita.